| As notas vão de 1 a 5, sendo 5 a
melhor. |
Astra |
Brava |
| Estilo |
5 |
5 |
| Acabamento |
3 |
4 |
| Posição de dirigir |
5 |
4 |
| Instrumentos |
4 |
4 |
| Itens de conveniência |
3 |
4 |
| Espaço interno |
4 |
4 |
| Porta-malas |
4 |
4 |
| Motor |
4 |
5 |
| Desempenho |
3 |
4 |
| Consumo |
4 |
4 |
| Câmbio |
4 |
4 |
| Freios |
4 |
4 |
| Suspensão |
4 |
4 |
| Estabilidade |
5 |
4 |
| Segurança passiva |
4 |
5 |
| Custo-benefício |
4 |
4 |
|
Comparados aos ícones esportivos do passado,
os dois modelos deixam algo a desejar -- ou por fora, ou
por dentro, ou debaixo do capô. Ambos seguem a política
de redução de custos, que implica aproveitamento de peças
das outras versões. Apesar desta limitação, conseguem
estilo esportivo e desempenho adequado.
O HGT obteve
ligeira vantagem nas notas, mas custa bem mais caro e,
grosso modo, traz apenas ar-condicionado de série a mais
que o Sport. Por outro lado, seu desempenho típico de
carro esportivo agrada em cheio e o acabamento interno é
superior.
O Astra é
melhor em comportamento dinâmico e responde bem ao
acelerador, embora a falta do motor 16V de 128 cv apareça
no uso esportivo. Personalizado por fora, consegue equilíbrio
com o Brava num aspecto: estão entre os hatches
mais bonitos do mercado. Continua
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