A versão All-Trac passava a ser equipada com um 2,0-litros de 16 válvulas que gerava 200 cv. Luxo era o que não faltava: seu interior era revestido em couro e contava com um poderoso sistema de áudio composto por 10 alto-falantes, além de regulagem elétrica do banco do motorista. Mas em 1993 a empresa decidia descontinuar a produção do All-Trac e do GT-S.

A sexta geração, de 1994, trocava os faróis escamoteáveis pelos quatro ovalados, um visual que agradou. Motores de 1,8 e 2,2 litros eram oferecidos, mas não mais a versão GT-S

Em 1994 aparecia a sexta geração do Celica. Recebia quatro faróis ovalados, que o assemelhavam ao Acura Integra da Honda americana, conferindo um ar de modernidade. Agora somente era oferecido nas versões ST e GT, mas quem quisesse aprimorar o carro poderia adquirir um pacote esportivo e ter seu próprio GT-S. Seu desenho foi bem recebido pelo público, nas versões cupê e liftback, esta última apenas na versão GT.

Quanto à motorização, o ST recebia um 1,8-litro de duplo comando e 115 cv; já o GT passava a ser equipado com um 2,2-litros de 135 cv. A Toyota também investia em segurança no Celica, passando a oferecer de série bolsas infláveis para motorista e passageiro e freios ABS. Em 1995 era lançada a versão conversível, através da transformação do GT cupê feita pela empresa ASC (American Sunroof Corporation), em Rancho Dominguez, na Califórnia.

A empresa californiana ASC era responsável pela transformação do GT cupê em conversível, destinada apenas ao mercado americano

Novos adereços, como saias laterais e spoiler traseiro, além de luzes de direção e grade no capô, chegavam em 1996 e aumentavam sua esportividade. Em 1997 a Toyota deixava de produzir o cupê e, no ano seguinte, também a versão ST. Em 1999 o Celica só era encontrado em acabamento GT, nas configurações liftback e conversível. Continua

Nos games e em escala
Para quem é fã do Celica e não pode ter um de verdade, existem no mercado jogos de videogames como Gran Tourism (para Playstation) e Sega Rally (para Sega Saturn, reproduzido nas imagens acima), que simulam com grande qualidade gráfica o desempenho do Celica nas pistas.

Agora, para quem quer ter um na estante, é possível encontrar variados modelos em escala. A Tamiya oferece kits para
montar e pintar, em plástico, da sexta geração em escala 1/24. Há as versões SS e GT-Four (abaixo à direita).
Em metal, a AutoArt produz a geração atual, em versão GTS, na escala 1/18, e a Jada Toys, na 1/24. A Vitesse reproduz o modelo GT-Four da sexta geração, em 1/43, e a Solido ofereceu o modelo inicial do carro na mesma escala, incluindo a versão do Rali RAC de Portugal (abaixo à esquerda).

Mas, se você ainda não se contenta em ter seu Celica estático, existem fabricantes de carenagens para carrinhos radiocontrolados que produzem a carcaça no formato do novo modelo. Boa diversão!

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