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Parecia o fim para a moto que inaugurou a cilindrada média entre as nacionais, mas não foi. A CB 450 DX permanecia em produção, trazendo no
logotipo do tanque sua proposta -- Luxury Sport, ou esporte de luxo. E mantendo um público fiel que, longe de pretender raspar os apoios de pés nas curvas, apreciava seu desempenho e conforto na cidade e na estrada. Apenas cores e grafismos mudavam a cada ano, até que a Honda
interrompeu sua produção, em 1994. A própria CBR durou apenas um
ano a mais.
No lugar de ambas vinha, anos
depois, a CB 500, desta vez uma moto totalmente nova e não apenas um incremento em cilindrada. O motor
tinha refrigeração líquida e desenvolvia 54 cv, o quadro era novo (embora ainda com suspensão traseira de duas molas) e o visual muito atraente, dentro da tendência atual de motos desprovidas de carenagem, com motor à mostra.
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