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Apresentação

Os opcionais estão agrupados em pacotes, com os curiosos nomes de Salt, Pepper e Chili (sal, pimenta e uma segunda pimenta ainda mais picante), e incluem itens como lâmpadas de xenônio nos faróis, controle de estabilidade (ESP) e teto solar.

Coração brasileiro   As arqui-rivais Mercedes e BMW produzindo juntas? Sim, e no Brasil. O motor Pentagon do novo Mini resulta de uma associação entre a Chrysler (então ainda não absorvida pelo grupo Daimler) e a BMW na paranaense Tritec. São três versões de 1,6 litro e 16 válvulas, com bloco também de alumínio: duas aspiradas, de 90 cv para o Mini One e 114 cv para o Cooper, e outra com compressor mecânico e 160 cv de potência, para o Cooper S.

Suspensão sofisticada, com eixo traseiro multibraço -- o mesmo do BMW Série 3 --, e chassi até três vezes mais rígido que o dos carros pequenos: trunfos do Mini Cooper para surpreender pelo comportamento dinâmico

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A imprensa mundial aprovou a suavidade e o bom desempenho dos motores nacionais, capazes de levar a carro de 1.070 kg de 0 a 100 km/h em 9,2 s, no caso do aspirado. Pode-se escolher entre câmbio manual (de cinco ou seis marchas, este no Cooper S) ou de variação contínua CVT. A direção possui assistência eletroidráulica, para controle mais preciso que em um sistema apenas elétrico, e relação rapidíssima, com apenas 2,5 voltas entre batentes.

Para garantir que o Mini do novo milênio se destacasse por ser ágil e divertido de dirigir, como seu antepassado, a BMW desenvolveu um chassi extremamente rígido: de 1,5 a 3 vezes mais que a média do segmento, superando em 50% até mesmo o BMW Série 3. A suspensão traseira utiliza o famoso "eixo Z" multibraço da marca alemã, sendo a dianteira McPherson.
Clique para ampliar a imagem O desempenho do Cooper agradou à imprensa mundial, com 0-100 km/h em bons 9,2 s. A versão Cooper S, com compressor mecânico, promete marca bem melhor e diversão garantida
Há três opções de calibragem de suspensão: normal, Sport e Sport Plus. A primeira vem no Mini One, a segunda nos Coopers e a última como opção nos Coopers, trazendo molas e amortecedores mais firmes, estabilizadores mais largos e rodas de 16 pol em vez de 15 -- nada de rodinhas de 10 pol como no velho Mini. Os freios são a disco nas quatro rodas com sistema antitravamento (ABS).

Como se espera, o pequeno BMW parece um kart tomando as curvas rapidamente. A precisão de respostas em mudanças de direção não tem igual no segmento de hatches pequenos e o controle da suspensão é dos melhores, não importa se o motorista acelera ou corta a aceleração nas curvas. Inclinação da carroceria praticamente inexiste nas suspensões Sport.

O motor 1,6 16V é produzido pela Tritec no Brasil e tem versões de 114 e 160 cv, esta com compressor. O Mini oferece também freios antitravamento de série, transmissão de variação contínua e controle de estabilidade

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É cedo para dizer se o novo Mini vai agitar o mercado como seu antecessor. O mundo é outro, o carro agora custa caro -- de US$ 14 mil a US$ 24 mil na Europa -- e opções irreverentes ou nostálgicas estão por toda parte, do VW Beetle ao Chrysler PT Cruiser. Mas, para os ingleses, o nome Mini garante por si só o apelo emocional de um carrinho que os conquistou durante quatro décadas.
Ficha técnica
Mini Cooper
MOTOR - transversal, 4 cilindros em linha; comando no cabeçote, 4 válvulas por cilindro. Cilindrada: 1.598 cm3. Potência máxima: 114 cv a 6.000 rpm. Torque máximo: 15,2 m.kgf a 4.500 rpm.
CÂMBIO - manual, 5 marchas; tração dianteira.
FREIOS - dianteiros a disco ventilado; traseiros a disco; antitravamento.
RODAS - 15 pol, pneus 175/65 R 15.
DIMENSÕES - comprimento, 3,626 m; largura, 1,7 m; entreeixos, 2,467 m; porta-malas, 150 l; peso, 1.070 kg.
DESEMPENHO - velocidade máxima, 200 km/h; aceleração de 0 a 100 km/h, 9,2 s.

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